sexta-feira, 11 de março de 2016

Minhas impressões – Era uma vez no outono – Lisa Kleypas

***** Livro enviado pela Editora Arqueiro, parceira do blog *****  
  
 Arquivo particular






Segundo livro da sequencia As quatro estações do amor. O primeiro foi Segredos de uma noite de verão (aqui).
Depois de cumprida a missão de casar Annabelle Peyton, a próxima das quatro amigas que deve se casar é Lilian Bowman, e todos os esforços de Annabelle, Daisy e Evie se concentrarão nessa tarefa. Mas antes que a próxima temporada de Londres se inicie,  Marcus, o lorde Westcliff, convida diversas pessoas para sua propriedade em Hampshire, inclusive a família Bowman, por interesses comerciais, a família da tia de Evie e Annabelle com o marido, Simon Hunt, melhor amigo de Westcliff.

No primeiro livro já percebemos que Marcus e Lilian são completamente opostos, e não se suportam. Ele a acha totalmente inadequada à sociedade inglesa, e ela o define como frio e mandão. Aparentemente, nada de bom pode vir do encontro desses dois, mas evitar um ao outro não parece ser uma tarefa simples, e Marcus tende a não resistir ao perfume de Lilian, que ela julga ser “mágico”, e de ter o poder de atrair o amor. Ela fica furiosa quando percebe que o perfume só parece fazer efeito em Westcliff, justamente alguém que ela não suporta. Misteriosamente, quando Anabelle resolve usar o perfume, para ver se Marcus prestaria atenção nela, o único que fica “enfeitiçado” pelo aroma em seu corpo é sem marido, Simon. Por outro lado, Evie e Daisy experimentam o perfume em vão.
Depois de muitos encontros e desencontros secretos entre Westcliff e Lilian, outro amigo de Marcus, lorde St. Vincent, considerado um mulherengo, resolve corteja-la, para satisfação da família dela, pois acima de tudo ele tem um título, que é o que os pais de Lilian almejam. Ela fica dividida entre a conveniência e a facilidade de um casamento com St. Vincent e a paixão que surge por Marcus, e ela sente-se frustrada por achar que Marcus só está interessado nela por causa do perfume, e que de qualquer forma ele não enfrentaria a sociedade para casar-se com ela por considera-la inadequada. Tanto Marcus quanto Lilian precisam abrir o coração para esse sentimento que surge entre eles, mas brigar parece ser o passatempo preferido dessa dupla de turrões.

Gostei tanto desse livro quanto gostei do primeiro, e já estou sonhando com o terceiro livro, porque o final desse me deixou com toda a curiosidade aguçada para saber o que vem pela frente na busca de um marido para Evie. Estou amando esses romances de época!!!

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Nome: Era uma vez no outono

Autora: Lisa Kleypas

Editora: Arqueiro

Sinopse:

A jovem e obstinada Lillian Bowman sai dos Estados Unidos em busca de um marido da aristocracia londrina. Contudo nenhum homem parece capaz de fazê-la perder a cabeça. Exceto, talvez, Marcus Marsden, o arrogante lorde Westcliff, que ela despreza mais do que a qualquer outra pessoa. Marcus é o típico britânico reservado e controlado. Mas algo na audaciosa Lillian faz com que ele saia de si. Os dois simplesmente não conseguem parar de brigar. Então, numa tarde de outono, um encontro inesperado faz Lillian perceber que, sob a fachada de austeridade, há o homem apaixonado com que sempre sonhou. Mas será que um conde vai desafiar as convenções sociais a ponto de propor casamento a uma moça tão inapropriada?

http://www.editoraarqueiro.com.br/proximos-lancamentos/era-uma-vez-no-outono/

3 comentários:

  1. Esses livros de época são excelentes e esse não parece ser diferente. A única coisa que sinto falta nesse tipo de livro é uma diferença grande de classes sociais entre o par romântico, tipo um conde e uma serviçal da casa.

    Beijos

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    Respostas
    1. Existe um abismo social no sentido de que a moça protagonista desse livro é rica mas é considerada inadequada por ser americana e não ter o comportamento mais formal das inglesas. No caso do primeiro livro, a Anabelle é inglesa mas sua condição financeira é bem delicada depois da morte do pai, que deixou à ela e à mãe com muitas dívidas.

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    2. Pois é, os protagonistas sempre são de classe, nunca tem alguém muito importante se envolvendo com um Zé ninguém.

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