quarta-feira, 30 de março de 2016

Minhas impressões - As violetas de março - Sarah Jio

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Após seu divórcio, por sugestão de sua amiga Annabelle, Emily resolve deixar Nova York por um mês, e vai à casa da sua tia-avó Bee, na ilha Bainbridge, onde costumava passar os verões de sua infância e adolescência. Já faz cerca de 15 anos que Emily não vai ao local.
Ela tem boas lembranças da época em que frequentava a ilha e a casa de Bee, e logo reencontra alguns conhecidos. Ela conhece dois vizinhos da tia, Henry e Jack, e Bee parece não aprovar a aproximação de Emily com eles, mas fica reticente quanto aos seus motivos. Da mesma forma, os dois evitam falar sobre Bee com Emily. Jack convida Emily para jantar, e ela aceita. Na casa dele ela vê uma pintura de uma mulher parecida com a de um retrato que ela viu na casa de Henry, mas ambos não esclarecem quem é a moça. Em uma ida ao mercado local com a tia, ela encontra um ex-namorado da adolescência, Greg, e ele também a chama para sair. Bee parece aprovar esse reencontro.
Em uma gaveta em seu quarto na casa de Bee, Emily encontra um diário de capa vermelha, que data de 1943, e está assinado como Esther. Ela fica curiosa e resolve ler, sem contar à tia que o encontrou. Emily não sabe dizer se é um diário de fato ou uma história, escrita talvez por Bee. Quando encontra Evelyn, uma amiga de Bee de muitos anos, ela pergunta a ela sobre Esther e o diário, mas Evelyn pede que ela não converse com a tia a respeito disso, pelo menos por um tempo.
Quanto mais Emily lê do diário, mais intrigada fica com o desenrolar da história de Esther, e com a possível ligação de sua tia com ela. Quando ela volta de um passeio na praia, Bee a avisa que sua mãe ligou. Ela aproveita para perguntar a tia o motivo de ela e sua mãe não se darem muito bem, mas Bee desconversa dizendo que é uma longa história e não dando espaço para mais perguntas. Emily a questiona sobre a implicância dela com Jack, e ela apenas diz que não quer que ela se magoe mais, porque sabe bem a dor de um coração ferido.
Emily vai se aprofundando na leitura, que acaba de forma abrupta com o fim da narrativa de Esther em um momento crítico, deixando muito à imaginação de Emily quanto ao desfecho da história. O que ela nem imagina é que sua própria vida está entrelaçada nessa história, e isso ela vai descobrir depois de muito investigar e também de conseguir conversar abertamente com os envolvidos direta e indiretamente com tudo o que está descrito nas páginas do diário.
O livro é narrado por Emily, que acaba de se divorciar. Ela encontra esse diário de Esther, que conta uma história de amor, traição, perda e abandono, e se vê completamente absorvida por tudo o que Esther narra. Alguns mau entendidos e escolhas erradas feitas por Esther e outras pessoas envolvidas, acabam impactando na vida de todos na época, e se desenrolando até a vida de Emily. Eu fiquei com mesmas as dúvidas e questionamentos da Emily, tão intrigada quanto ela com o que estava lendo, e fiquei bem surpresa com o final, não imaginava como as peças desse segredo de família iriam se encaixar, e quem seriam de fato as pessoas descritas por Esther. Gostei muito dessa história!
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Nome: As violetas de março
Autora: Sarah Jio
Editora: Novo Conceito
Sinopse:
Emily Taylor é uma mulher jovem e escritora de sucesso, mas não gosta muito de seu próprio livro. Também tem um casamento que parece ideal, no entanto ele acabará em divórcio. Sentindo que sua vida perdeu o propósito, Emily decide fazer as malas e passar um tempo em Bainbridge — a ilha onde morou quando menina — para tentar se reorganizar. Enquanto busca esquecer o ex-marido e, ao mesmo tempo, arrumar material para um novo — e mais verdadeiro — livro, um antigo colega de escola e o namorado proibido da adolescência tornam-se seus companheiros frequentes. Entretanto, o melhor parceiro de Emily será um diário da década de 1940, encontrado no fundo de uma gaveta. Com o diário em mãos, Emily sentirá o estranhamento e a comoção causados pela leitura de uma biografia misteriosa que envolve antigos habitantes da ilha e que tem muito a ver com sua própria história. Assim como as violetas que desabrocham fora de estação para mostrar que tudo é possível, a vida de Emily Taylor poderá tomar um rumo improvável e cheio de possibilidades. As Violetas de Março é um romance sobre a força do amor, sobre as peças que o destino prega e sobre como podemos ser felizes mesmo quando tudo parece conspirar contra a felicidade.  
http://www.editoranovoconceito.com.br/livros/as-violetas-de-marco/

Um comentário:

  1. Esse é um livro que fui deixando de lado e acabei não lendo. Sua resenha acabou me fazendo lembra o livro da Lucinda Riley, A Casa das Orquídeas. Era bom, mas achei meio enrolado.

    Beijos

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