quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Minhas impressões – A chave de Sarah – Tatiana de Rosnay

É a segunda vez que leio esse livro, já assisti ao filme também, logo após a primeira leitura, e mesmo sabendo de todo o horror vivenciado por essa criança, me surpreendi novamente com a história. Mesmo sabendo do desfecho, lembrando em partes o que me esperava nas páginas seguintes, fui me deixando levar de novo pela esperança que ela carregava consigo, de que no final tudo daria certo. Com certeza é um livro que lerei várias e várias vezes, porque merece ser revisitado.


Nome: A chave de Sarah
Autora: Tatiana de Rosnay
Editora: Suma de Letras
Sinopse
Julia Jarmond é uma jornalista Americana que vive em Paris há 25 anos e é casada com o arrogante e infiel Bertrand Tézac, com quem ela tem uma filha de onze anos. Julia escreve para uma revista americana, e seu editor pede que ela cubra o sexagésimo aniversário da grande concentração no Vélodrome d'Hiver - um estádio no qual dezenas de milhares de judeus ficaram presos antes de serem enviados para Auschwitz.
Ao se aprofundar em sua investigação, Julia constata que o apartamento para o qual ela e o marido planejam se mudar pertenceu aos Starzynski, uma família judia imigrante que fora desapossada pelo governo francês da ocupação, e em seguida comprado pelos avós de Bertrand. Ela resolve descobrir o destino dos ocupantes anteriores. É revelada então a história de Sarah, a única sobrevivente dos Starzynski a sobreviver.
A família de Sarah foi uma das muitas brutalmente arrancadas de casa pela polícia do governo colaboracionista francês. Michel, irmão mais novo garota, se esconde em um armário, e Sarah o tranca lá dentro. Ela fica com a chave, acreditando que em poucas horas estará de volta. Julia é então impelida a retraçar a sofrida jornada de Sarah em busca de liberdade e sobrevivência, dos terríveis dias em campos de concentração aos momentos de tensão na clandestinidade, e por fim seu paradeiro após a guerra. E à medida que a trajetória da garota é revelada, mais segredos são desenterrados.
Ao escrever sobre o passado da França com uma clareza implacável, Tatiana de Rosnay oferece em 'A Chave de Sarah' um contundente retrato da França sob a ocupação nazista, revelando tabus e negações que circundam este doloroso período da História francesa.

Um comentário:

  1. Ah menina, não gosto de ler ou assistir nada sobre esse tema. É tão triste saber que essa monstruosidade aconteceu de verdade.

    Beijos

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